No mês de Fevereiro no nosso Planner 2018 Tributo à vida real (link aqui) do Dilemas da  Ivana foi dedicado as “Calcinhas Confortáveis”, essas santas criaturas que perseguimos quase que uma vida inteira até encontrá-las.

Nessa caminhada pra achar a que vai dar certo com você, muitas amigas vão tentar te ajudar no processo. A sua gaveta é a prova disso, pois garanto que tá cheia de tentativas frustradas, vai dizer que não?! Tem de renda, que você pagou caríssimo porque sua bestie falou e nhé, não deu certo. Tem um fio dental com as laterais de tirinhas que parecem que vão te fatiar em 3 partes. Tem com costura e sem, cintura alta, baixa, a tanga e a de vó. Tem colorida e até uma vermelha, que mais mancha roupa quando vai sem querer pra máquina, do que realmente apimenta a relação…

Mas também tem uma pra cada evento: tem a do date (quase mofando no fundo da gaveta, mas sempre faz sucesso quando aparece); tem a que não marca no vestido; tem a favorita pros dias que estamos menstruadas; tem a da academia ou caminhada; a da gravidez ou do pós parto; tem a BEGE que todo mundo ama falar mal, mas é uma benção pras roupas claras do verão… E tem a que você ama.

Lembro até hoje o dia que achei a minha. O caminho foi todo esse que descrevi acima, uma aventura na sessão calcinhas do shopping, no meio de todas aquelas opções e tentativas, aconteceu. Amor após o primeiro uso. Aí percebi que gostava daquele determinado modelo mesmo, daquela marca que vendia no cantinho dos fundos das Lojas Americanas. Claro que, na minha tentativa de ajudar amigas que estavam na busca, virei piada com o modelo sugerido. Mas foi ali que me assumi, sabe? Assumi as curvas, o bundão que começa meio que no meio das costas, a cintura alta que me dava mais confiança e conforto, o culote e a Kardashian que existia em mim.


Foi um alívio tão grande! Todo mundo poderia rir ou dizer que não era sexy, ou o escambal.

O encontro das nossas almas foi tão intenso, que ninguém iria mais nos separar HAHAHA


Lembro também que sempre dizia que calcinha bonita era a maior prova de amor próprio que você poderia dar, mas acho que é bem mais que isso. Tem a ver com seu gosto e não ligar para o que os outros dizem que é “mais bonito, mais legal, mais sensual”. Além disso, tem a beleza das diferenças né, tem gente que ama as tanguinhas, outras amam as de renda, outras as meio cuequinhas… E é tanta bunda, gente, mas tanta, que as combinações são infinitas.

E é aí que você finalmente descobre que ser sexy é se sentir confiante com aquilo que você está usando. É mais um lance de se permitir ser do jeito que é, do que qualquer outra coisa. E amigos, não há no mundo algo que contenha o poder de uma mulher que tá se sentindo bem… A GENTE BRILHA – de qualquer jeito!

até acordando…

Por isso, nesse mês quero fazer um salve a essa pequena peça de roupa, a tampa da panela, ou melhor, a calcinha da bunda, que não incomoda, que fica bem com a maioria das roupas, que é pau pra toda obra… ou seria, pepeka? Hahaha Enfim, um beijo para esse ser que segura a menstruação, o corrimento e porque não, o tesão nosso de cada amasso. ♥

Um tributo à ela: A calcinha confortável.


Comunicados paroquiais:

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2 Comments

  1. Eu também uso essa que fica lá canto das Lojas Americanas e vende de 2 ou 3 na mesma embalagem hahaha Depois que descobri só uso essa marca e modelo! É libertador!

  2. é so eu que leio suas postagens com a sua voz na minha cabeça???? kkk
    beijo sua linda

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